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Produção de massinha

Pensando nas infinitas possibilidades que a massinha de modelar pode oferecer, propomos uma ação  dividida em dois momentos: A elaboração da massinha e a utilização da imaginação.

Primeiro momento

Elaboração da massinha


A realização do primeiro momento da ação foi possível graças ao envio dos materiais para os alunos, pois, com todos os materiais em mãos, o processo de elaboração foi viável.

Em paralelo, os alunos contaram com um vídeo, elaborado pela Jéssica, explicando o passo a passo dessa ação e a família, como apoio, contou com um guia básico de participação elaborado pelo grupo, enfatizando a importância da ação bem como os seus benefícios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui, atingimos um dos nossos objetivos elencado no projeto inicial: A autonomia, tão importante para as crianças dentro do Transtorno do Espectro.

Cunha (2012, p. 100), reforça que “não podemos educar sem atentarmos para o aluno na sua individualidade, no seu papel social na conquista da sua autonomia”

Para que a educação de crianças com o TEA tenha resultados proveitosos, faz-se necessário que a forma de ensinar seja preparada para lidar com a diversidade que há nas salas de aula a fim de acolher adequadamente as manifestações do transtorno. (PAPIM & SANCHES, 2013, p. 32)

Vídeo dos alunos realizando a ação

Segundo momento

Utilizando a imaginação

No segundo momento, os alunos foram desafiados a brincar com modelagem a partir da massinha que os mesmos produziram.

Ao brincar com a massa de modelar a criança usa a imaginação, cria e recria seus pensamentos. Modelar estimula a criatividade e permite à criança, com seu olhar preciso, suas mãozinhas, dedinhos e com variados acessórios, diferenciar as cores, amassar, amolecer, separar e voltar a unir peças e experimentar tamanhos e proporções podendo brincar com liberdade e confiança, criando sem medo as suas fantasias e imaginações. (OLIVEIRA, 2017, p.26)

Embora tenha se caracterizado como um momento da ação, as crianças interagiram, criaram e recriaram suas  histórias, de um modo singular, às vezes não perceptível pelos pais, ocasionando um novo olhar para as diferentes maneiras de comunicação e expressão.

Aluno Rafael modelando e criando histórias
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Para a mãe do Enzo, a experiência foi muito interessante:

"Ele gostou muito de criar a massinha, o Enzo gosta de criar, ele é muito criativo", apontou.

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Para a avó do Rafael:

"O Rafael adorou! Até tem um pote guarda-massinha. 

Muito obrigada por essa oportunidade dada a ele, tudo que é bom para ele, é bom para mim também. Vê ele se desenvolver é bom para mim", ressaltou.

Referências 

OLIVEIRA, S. P. D. et al. Brincar é coisa séria. Monografia (Monografia em Pedagogia) – Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul, p. 41. 2017.

CUNHA, E. Autismo e inclusão: psicopedagogia e práticas educativas na escola e na família. 4 ed. Rio de Janeiro: Wak, 2012.

PAPIM, Angelo Antonio Puzipe; SANCHES, Kelly Gil. Autismo e inclusão: levantamento das dificuldades encontradas pelo professor do Atendimento Educacional Especializado em sua prática com crianças com Autismo. 2013. 84 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação Psicologia)- Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium – UNISALESIANO, Lins, São Paulo, 2013

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